GRITAR por PORTUGAL

PORTUGAL. “jardim a beira mar” com uma história e uma cultura, uma identidade própria de um povo carismático que nestes últimos anos tem visto uma mudança natural mas não necessariamente para melhor. Crise hoje na boca de todos e empregue como “substantivo” em todas as afirmações e diálogos entre as diferentes gerações que hoje procuram uma identidade na sociedade que temos e que as vezes não compreendemos.

Nos últimos anos tem-se visto um “PoRtUgAl” com ALTOS e baixos em que a gestão do mesmo é “partilhado” com estrangeiros e que todos opinam sobre o que é melhor para nós, temos visto uma batalha sem armas e onde a luta é feita sentado pela liderança e governação do País em que tal como vendedor de peixe apregoa que determinada ideologia politica é melhor que a do vizinho do lado, ficando para ultimo plano aquilo que realmente importa, as pessoas, o povo, a defesa da identidade nacional, do que realmente significa ser português.

Caminhamos para um mundo globalizante, mas confunde-se com a perda de identidade nacional, nós não somos a Europa, fazemos parte dela e da história da mesma, fomos descobridores, agora somos descobertos pela ineficácia em gerir o nosso próprio País sujeitos à verborreia internacional e ao prosear de afirmações de que fizemos mal e como temos que fazer bem.

Temos personalidades que se rejubilam por terem perdido uma eleição como Presidente da Republica porque não iria suportar a humilhação de ser gerido por “estrangeiros”, talvez o correcto para quem se candidatou para gerir o País fosse não se mostrar satisfeito com tal feito que mais não passou de uma derrota politica mas sim usar as suas mais valias como politico para sugerir melhores caminhos do que aqueles que os outros nos apresentam e impingem.

Estamos a caminhar para um País em que ser aluno, criança ou jovem vem associado a problemas psicológicos e traumatizantes porque em vez de estarmos preocupados em garantir que os nossos/vossos filhos tenham uma educação que lhes permita vingar neste novo mundo que se avizinha estamos mais preocupados em arranjar psicólogos para lhes dar acompanhamento, em que se os mesmos são chamados á atenção na escola ou repreendidos por atitudes que no meu dicionário se chama má educação há logo solução, vamos lá tirar satisfações com o professor que não podemos ter meninos traumatizados e se isso não chegar embora lá dar-lhe um arraial de pancadaria tal filme que vi na NET feito por download ilegal.

Estamos a caminhar para um País onde olhamos passivamente a verem-nos tirar a liberdade e a condicionarem-nos a sermos máquinas humanas controlados socialmente e economicamente pelas mesmas pessoas que fomos “nós” que escolhemos para nos representar, provavelmente porque achamos que terão mais capacidades para isso e que vão faze-lo no melhor interesse do povo e não contra o povo. Não falo deste governo nem de nenhum em especial, falo de todos os que lá passaram e que a minha curta memória de cidadão nacional votante me permite lembrar, mas dessas pequenas memórias em nenhum momento me lembro de ver alguém a dizer eu estou aqui pelos portugueses e realmente faze-lo.

Estamos num País em que é mais importante cumprir com os compromissos estabelecidos com o exterior de que com os próprios cidadãos para isso até mudamos o nome das nossas instituições publicas para parecermos mais eficazes “Direcção Geral de Finanças” não era suficientemente masculino para mostrar a nossa virilidade no controlo fiscal mais vale dar-lhe um nome mais agressivo “Autoridade Tributária e Aduaneira” isso sim é importante para o marketing do País ou isso ou querem nos mandar uma mensagem de “que estamos aqui para vos regular financeiramente o pouco que possam ter”.

E se tentamos não olhar passivamente e “nos” propusermos a confrontar o sistema com as “armas” que como cidadão temos a nossa disposição somos “piegas” e maus cidadãos porque se para a produtividade do País e damos uma má imagem para o exterior, queiram por favor então avisar qual é o melhor momento para se fazer uma greve ou realizar um protesto afinal de contas não queremos de forma alguma que as nossas dificuldades “vos” envergonhem lá fora.

Mas escrever é fácil e dizer que está mal mais fácil ainda, e pelo mesmo sinto vergonha por apenas ter a capacidade de escrever e não fazer e não serve de desculpa que apenas sou 1 porque não sou, apenas é mais fácil GRITAR que fazer mas talvez este seja o primeiro passo, todos temos que começar por algum lado.

O meu primeiro passo foi escrever este post qual seria o vosso GRITO ou ACTO para trazer este País de descobridores a sua glória?

JMV
Feliz Pascoa.

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