As leis do absurdo

Estava eu para aqui a pensar sobre o que escrever quando me deparei com este post “O ar puro liberta” publicado no Blog “arrastão” embora tenha chegado la pelo post do “Insurgente“.

Embora ande a tentar fazer um esforço enorme para deixar de fumar não posso deixar de concordar que este “sr” deve ter um problema qualquer com quem fuma. Eu sei que toda a gente precisa de ter um objectivo na vida para sentir que quando a luz acabar ter a sensação de ter atingido algo, só acho que este escolheu o caminho errado. Eu até agradeceria ao “sr” por estar a tentar contribuir para a minha saude mas digamos de passagem que quando abre a boca o nivel de “poluição” de ideias são em excesso.

Caro “sr” Leal da Costa a liberdade acaba quando interfere com a liberdade dos outros e neste caso todas as “idiotices” que tem trazido a publico mexem com a minha liberdade de fumador. Eu não fumo para cima das pessoas, até sou a favor de não fumar em estabelecimentos de restauração dado que o meu fumo nao tem que fazer parte da ementa do vizinho da mesa do lado para tal abdico do meu prazer de fumar confortavelmente numa mesa de restaurante para vir fumar para o frio, chuva e sol para o exterior do estabelecimento.

Entretanto agora não poder fumar à porta de locais que não têm zonas de fumadores, ou proibir a venda de maquinas de tabaco, e agora por ultimo proibir a venda de tabaco nos locais onde não se fuma, caro “sr” Leal da Costa acho que está a precisar de rever essas prioridades se o objectivo é fomentar a saude publica não o irá conseguir pela força mas talvez se apostar mais em acções de sensibilização para os efeitos nocivos do tabaco talvez fosse um caminho a considerar.

Ou então tenho uma ideia melhor dado que esta disposto a mexer na economia que a venda do tabaco produz sugiro vivamente ai sim uma atitude a HOMEM e POLITICO feche a Tabaqueira Nacional a importação de tabaco estrangeiro e acabe com a rentabilidade do Estado sobre a venda do Tabaco isso sim era louvavel, mas comprrendo que não possa ir por ai rapidamente extinguiam o seu posto de “trabalho”.

Mas a culpa não é dele é de quem o deixa continuar a saga.

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One thought on “As leis do absurdo

  1. ruibrandao diz:

    Continuo a dizer que é preciso proteger a sociedade e os seus elementos mais fracos e vulneráveis (que, na realidade, somos todos nós) dos vícios sinistros de minorias, que malévolamente ameaçam a saúde pública e o bem estar social.
    Tendo em conta o pressuposto, também tenho de realçar que a eficácia das medidas preventivas é de sublime importância – não nos podemos ficar pela mera repressão pós-facto.
    Daí que seja urgente a implementação, à escala mundial, do fuzilamento preventivo de todos os prevaricadores potenciais – todos os que possam fumar, beber, conduzir com (ou mesmo sem) excesso de velocidade, comer, ou outros hábitos claramente anti-sociais.
    Temos de acabar com eles!

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