Conversas de balneário

Quadro superior, 50 anos, empregado de há longa data numa empresa “sólida”, desabafa: “estou a pensar e ver  se para o ano consigo ir trabalhar para a Costa Rica – “. Isto apesar de ter nascido recentemente o seu primeiro neto e os quatro filhos (essencialmente “criados”) que por cá residem.

Portugal arrisca-se a rapidamente se tornar num país onde só ficam os reformados e funcionários públicos (e mesmo estes…).

E quem pagará as contas?

A “Merkl” não parece disposta a isso.

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