Lisboa de coisas a arder

Há pedras no caminho.
Há fogo (uma Lisboa de coisas a arder).
Bastões que se movimentam
mecanicamente, quase sincronizados.
Rewolwers e shotguns apontadas
para quem está na rua, para quem está à janela
A (des)ordem espalha e espelha o caos.
Todos correm, poucos resistem.
São arrebanhados…
Sim! como rebanhos são conduzidos.
Amanhã é outro dia. O sol nascerá
E da greve, pouco ou nada se falará.

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